Web Analytics

domingo, 3 de janeiro de 2016

Retrospectiva 2015 e futuro do blog

E mais um ano se passou. A virada do ano representa um momento no tempo em que psicologicamente somos colocados e levados a pensar no ano que passou e a pensar e rever as metas para o futuro. Acho bom e importante: precisamos estar constantemente revendo nossas metas, nossos conceitos.

O ano de 2015 foi um ano muito importante para mim em vários aspectos, mas o da renda variável foi, sem sombra de dúvidas, o mais importante. Mudei minha estratégia da água para o vinho. Antigamente ficava alocado 100% em RV, fazendo aportes periódicos no que eu julgava de boas empresas. Os resultados não vinham muito bem.
Com a expectativa do desastroso PT continuar destruindo nossa economia, resolvi inverter os papeis e passei a concentrar a maior parte do capital em renda fixa, enquanto resolvi manter apenas um papel que eu ainda achava bom na carteira: CGRA4. O mesmo caiu 44% este ano, quando seu lucro caiu apenas em torno de 17%. Teoricamente, parece ter sido forte demais, mas não podemos esquecer que os juros subiram junto, o que faz, naturalmente, com que empurre os papeis para baixo. Alie isso à expectativa de péssimos anos pela frente e temos isso: um péssimo ano para a renda variável brasileira.
Falando nisso, vamos ver o quanto minha “antiga” carteira caiu:
Papel
Rentabilidade em 2015
BBAS3
-32,10%
CGRA4
-43,69%
CMIG3
-51,81%
CPLE6
-30,48%
CRIV4
13,26%
ETER3
-28,34%
NATU3
-21,85%
PETR4
-33,13%
POMO3
-47,47%
TRPN3
-17,04%
VALE5
-43,50%
XPCM11
2,95%
Carteira
Equal Weight
-27,77%
Pois é. Depois de dois anos bem ruins para a carteira (2013 e 2014), se eu houvesse insistido na questão dos aportes periódicos, estaria perdendo -28%. Vejam que papeis como da Cemig tiveram quedas espetaculares. Em apenas UM ano. Lembrando que para uma queda de 50%, é necessária uma alta de 100% apenas para empatar o capital (ou seja, fora inflação, etc). Não podemos nos dar ao luxo de perder 30% em um ano.
O índice Bovespa fechou com queda de -13,31%, muito melhor que a minha a carteira e melhor que muitas carteiras ditas de "boas empresas".
Minha carteira fechou um ano com uma pequena alta de +6,30%. Estou muito satisfeito, visto que se não tivesse alterado a minha estratégia, estaria em péssimos lençóis.
Com isso em mente, devo mudar um pouco o foco de blog, para voltarmos a coisas mais básicas. Isso vai ao encontro do que tenho colocado aqui sobre discutir sobre assuntos sem os quais não estamos preparados. Isto acontece o tempo inteiro, mas leva um tempo e maturidade para admitirmos que não dominamos o assunto que estamos envolvidos.
A Bolsa de Valores é a ponta da lança. E a última ponta de um Mercado Financeiro. Por trás dela está um grande e imenso sistema, complexo, de trocas, valores, decisões, comportamento humano, governo, etc. Tudo isso junto culmina-se na Bolsa de Valores. Querer discutir sobre Bolsa de Valores, por exemplo, sem dominar conceitos básicos de matemática financeira (como VPL) é temerário. É como querer discutir sobre curas de doenças para o corpo humano sem nem ao mesmo saber que existem células!
Inclusive, uma votação está lançada, logo aqui no menu da direita do blog! Por favor, votem! O resultado desta votação será importante para um artigo que irei escrever acerca do assunto.
Assim sendo, devo focar mais neste aspecto. Penso até em lançar uma série, mas enfim, esta é a minha ideia inicial. Tenho tocado outras coisas e não tenho tido muito tempo para o blog também. De qualquer maneira, pretendo manter o blog neste foco e, claro, farei comentários sobre assuntos diversos que foram surgindo.

Um Feliz Ano Novo para todos os leitores e para toda a blogosfera. E que 2016 possa ser um ano melhor!

86 comentários:

  1. Ficar 100% em RV no Brasil acho meio complicado, nossos juros são altos e a renda fixa não deveria ser desprezada totalmente. Estou balanceando minha carteira para ficar 50% rf / 50% rv. Uma vantagem disso é poder utilizar dinheiro da renda fixa (de preferencia LFT, que nao tem como perder) para aproveitar pechinchas na bolsa.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Esta será minha estratégia, ficar 50 a 50. Acredito que muitas empresas vão apanhar mais ainda e com isso suas cotações cairão bem mais.

      Excluir
    2. Acho 50/50 muita coisa. 80/20 julgo melhor.

      []s!

      Excluir
  2. Gostei da ideia da nova abordagem. Espero que escreva mais em 2016, mas sem que isso atrapalhe seus outros projetos de vida.

    Um 2016 melhor que 2015! Abraço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vlw, anônimo!

      Bom 2016 pra vc tb!

      []s!

      Excluir
    2. Pegando carona no Anom de 03/10, aproveito pra dizer que gosto muitíssimo do seu blog. Acho que já li quase tudo que tem nele, e vejo que você coloca reflexões e raciocínios que ajudam justamente a questionar as "verdades" que ouvimos por aí. Parabéns pelo trabalho!
      Há um dado interessante, nos seus posts de 2012 eu sinto um certo deslumbre e entusiasmo com o mercado acionário, e à medida que os anos vão passando, os posts ficam mais investigativos, e o entusiasmo inicial vai dando lugar a um pensamento mais ponderado. Muito bacana essa trajetória. Espero que o blog continue trazendo reflexões e provocações instigantes. Feliz 2016, sucesso nos investimentos e no blog!

      Excluir
    3. Obrigado, anônimo!

      Vc descreveu bem a evolução.

      Feliz 2016 pra ti tb!

      Excluir
  3. Excelente estratégia de mudança. Penso que devemos ter exposição à renda variável, mas não mais do que 25% do capital de investimento.

    Muita gente acaba se enganando com a questão longo prazo, e continua queimando dinheiro comprando empresas ruins.

    Na renda variável estou exposto somente em FIIs.

    Me adicione depois amigo, me avise que te adiciono para trocarmos ideias.

    viverdeconstrucao.blogspot.com

    Abraço

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Existem outros fatores além da relação RV/RF e o tamanho do patrimônio é um deles. Hoje também considero 25% um número limite.

      Veja que mesmo empresas boas tiveram péssimo ano.

      Seja bem vindo! O blog já está add na lista!

      []s!

      Excluir
  4. Talvez você já conheça essa análise:

    Ibovespa ou CDI: Qual indicador rendeu mais em 20 anos?
    http://minhaseconomias.com.br/blog/investimentos/ibovespa-ou-cdi-qual-indicador-rendeu-mais-em-20-anos

    O fato é que com uma taxa SELIC em 15% o custo de oportunidade é muito grande. Qual seria o prêmio de risco que uma empresa teria que me oferecer para que eu aceitasse correr risco de bolsa e deixasse de ganhar 15% na renda fixa? Pegue por exemplo a CGRA4 que você disse gostar. Tem um ROE de 11,6%. Só está atrativa porque negocia a múltiplos muito baixos, porém com perspectiva de piora.
    Naturalmente isso é comparar coisas diferentes, maçãs com laranjas, mas me diga sinceramente: se você fosse um empresário, você gostaria de correr risco com seu patrimônio e abrir uma rede de lojas para ganhar 11,6% com todos os riscos envolvidos ou emprestar pro governo a 15% e ficar tomando cerveja na praia o resto do ano?

    O preço que pagamos por um estado perdulário que gasta mais do que arrecada, com dívida crescente é justamente esse. É mais cômodo ficar sentado em cima do dinheiro na renda-fixa do que insvestir no setor produtivo da sociedade.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fala, anônimo!

      No seu exemplo não há muito o que pensar, em termos financeiros: o negócio é pegar os 15% (que, por sinal, possuem menos risco do que o negócio!)

      Pagamos esse risco absurdo pelas próprias decisões erradas que o governo toma. E nisso vamos ficando sempre com vôo de galinha.

      []s!

      Excluir
  5. marcio, finalmente vc desistiu da renda variavel. Percebe que ela não é pra vc ne? Apesar de tantos livros, estudos e blá blá blá, o dinheiro no colchão seria melhor que nas suas aplicações.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Se vc entendeu isso, só tenho a lamentar.

      Excluir
  6. Feliz ano novo, Márcio.
    Realmente, ficar 100% numa espécie de ativo não é lá muito recomendado. Fico feliz que tenha (re)descoberto esse princípio basilar em finanças pessoais.
    Bacana também saber que a sua estratégia foi liquidar papeis, assumir eventuais perdas contáveis, e ajustar a sua estratégia com seus objetivos e tolerâncias ao risco.
    Ainda bem que isso foi feito cedo em sua vida financeira, quando se ainda é jovem e com pouco patrimônio. Tenho certeza que agora poderá se concentrar mais no que realmente deixa um investidor amador mais perto dos seus objetivos financeiros: a capacidade de aportar e a taxa de poupança, algo que sempre foi defendido por quase todos os blogueiros, pois é auto-evidente, bem como por livros mais simples de finanças pessoais, em algo que não foge muito dos conselhos de alguém como Bastter, por exemplo.

    Abraço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Feliz Ano para ti também, soul!

      O problema maior não é nem a exposição de 100%. O problema é o risco que está atrelado a essa exposição.
      Assumir perdas sempre fez parte da RV, por sinal comecei perdendo lá nos idos de 2008 com MILK11, rsrsrsrs.

      Sobre capacidade de aportar e poupança, estas são exigências mínimas. Sem isso não dá nem pra começar a conversa sobre investimentos.

      []s!

      Excluir
  7. Ué dimarcinho, e todo aquele papo de que iria ficar rico na bolsa, que sabia a fórmula mágica que era cristalina como a água e só os "tolos" como eu não viam, etc, etc?
    Pelo visto mais uma vez chegou a conclusão que estava errado em alguma coisa no passado. Qual vai ser a próxima coisa que descobrirá no futuro estar errado hoje?
    Não adianta você se vangloriar hoje que tomou a decisão certa para o ano de 2015. Qual a decisão certa para 2016 e para os próximos 30 anos?
    Se vangloriar olhando o lado esquerdo do gráfico é fácil. Difícil é dizer o que é melhor hoje.
    Abraços e Feliz Ano Novo!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vc tem certeza que postou no lugar certo?

      Ficar rico na bolsa?!?

      Excluir
    2. claro que sim, a estrategia era cristalina. Comprar papéis com preço abaixo de valor, usando valuation. Parecia bem fácil nas suas palavras, era só comprar e pronto. Não precisava nem olhar muito se as empresas eram boas ou não, visto os lixos que carregava na sua carteira.

      O fato é que você levou um baita tombo, mas prefere olhar o "copo meio cheio" e avaliar o tombo que deixou de tomar em 2015. Porque não avalia seu resultado histórico desde que começou?

      Excluir
    3. EI,

      vc realmente tem sérios problemas de interpretação de textos.

      me diz onde eu escrevi que é só comprar papeis através de Valuation e que isso seria suficiente para ficar rico.

      No aguardo.

      Excluir
    4. E você tem sérios problemas de manter consistência no que diz, vive mudando de estratégia a cada 6 meses, de acordo com o humor do mercado.

      Isso é exatamente o que seu desafeto chama de "girar patrimônio". Daqui a pouco você chega a conclusão que ações são o caminho, depois opções, depois termos e o patrimônio vai girando e definhando.

      Você pode não ter escrito com estas palavras, mas que falou muita besteira neste sentido no passado falou ...

      continue aguardando, enquanto eu aguardo até a próxima mudança de estratégia mirabolante

      Excluir
    5. olha que post legal em que você mesmo usa termos como "funciona perfeitamente"

      http://di-finance.blogspot.com.br/2012/07/alocacao-de-ativos.html

      Engraçado que agora você está fazendo justamente o contrário do que estava pregando nas simulações do post "que funcionavam perfeitamente", ou seja, está evitando a exposição em RV ...

      Excluir
    6. EI,

      O mais engraçado é ele estar se achando o espertalhão porque alocou o seu capital em LCA/LCI ou TD e está tendo uma rentabilidade maravilhosa de 1% ao mês, rs.

      Tem que rir mesmo. Qualquer pessoa com o mínimo de bom senso sabe que a economia bostileira só vai começar a melhorar quando a quadrilha disfarçada de partido sair do poder.

      Em todo o caso, é evidente que empresas bem administradas, mais conhecidas como boas, conseguem superar esse fator e aumentarem os seus lucros.

      Como cotação segue lucro... O problema é que certas pessoas não entendem isso.

      Abraços!

      Excluir
    7. Isso, continuem misturando Estratégia de Decisão com Gestão de Patrimônio q vcs continuarão a entender tudinho mesmo...

      Excluir
  8. EI,

    vc pegou um post meu de 2012. De lá pra cá eu estudei bastante, não fiquei parado no tempo. Incrivelmente tem até um comentário do Lorde Caçador lá!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Obviamente, vão ter artigos que escrevi besteiras, pelo simples fato de desconhecer. Meu erro residia em querer escrever sobre o que eu não sabia... rs

    Mas o mais interessante mesmo é que esse artigo não tem nada de errado, kkkkkkkkkkk.

    Mas nele há um problema prático e que todos já conhecem: acertar o timing. No próprio artigo eu comento, em 07/2012, que o mercado estava ruim, dando a entender que poderia ser um bom timing para entrada. Três anos e meio depois, o IBOV caiu uns 20%. Quem veio aportando na RV desde lá pra cá, provavelmente está com ROI negativo. E neste meio tempo, o CDI bateu +40%. Haja alta da RV para correr atrás.

    Ou seja, apesar das contas do artigo que eu coloquei estarem corretas, de maneira prática, o investidor dificilmente irá conseguir aplicar, visto que quase ninguém irá conseguir acertar o timing.

    E CONTINUO no aguardo de q "é só comprar papeis através de Valuation e que isso seria suficiente para ficar rico."

    Inclusive, foi bom vc lembrar, preciso fazer uma faxina nos meus posts antigos...

    Sds

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. dimarcinho,

      Eu já te mostrei um exemplo do que você pregava no passado e que mudou, preciso mostrar mais alguma coisa? mesmo não usando as palavras que citei, seus posts e comentários eram bem sugestivos com relação a sua opinião e qual era a fórmula mágica.

      O curioso é que na época, como você mesmo disse, escrevia muitas besteiras e ao ser criticado, respondia com bastante arrogância, como se não houvesse a menor possibilidade de estar errado, mas o tempo mostrou que estava.

      Faz um tempão que eu falo pra você que o MAIOR problema de investimento baseado em valuation é o timing e você sempre foi irônico em meus comentários, mas agora, alguns anos depois o tempo mostrou quem estava certo.

      Agora, pelo menos uma vez na vida, ouça alguém com mais experiência de vida que você. Não se empolgue como se tivesse novamente encontrado a fórmula mágica. Quando você sabe as respostas, o mercado muda a pergunta. Seja mais pragmático e menos passional.

      Você não é o cara. Existe uma grande chance de você estar errado hoje e só descobrir isso no futuro. Assim como existe uma grande chance de todos nós estarmos errados (ou a maioria), afinal, não existe certo ou errado quando se pensa no futuro, o que existe é definir uma estratégia e segui-la enquanto as premissas são válidas.

      Olhe seu passado recente e veja que nem seguir uma estratégia consistente você conseguiu.

      Seja feliz!

      Excluir
    2. Prezado EI,

      vamos devagar com o andar da carruagem.

      1) Nunca acreditei em fórmula mágica. Por favor, novamente, peço que escreva onde coloquei isso.

      2) Admitir os próprios erros entendo ser positivo. Parece q vc vem aqui apenas para gritar que eu estava errado e, por algum motivo, isto o satisfaz. (o pior é que escolhe exemplos ruins, kkkkkkk). Já errei muito na vida e tenho certeza q irei errar muito mais.

      3) Aqui vemos seu claro desconhecimento no assunto Valuation. A análise não depende de timing...

      4) Você se diz muito mais experiente que eu... curioso... vc conhece assim tão bem minha vida pessoal para afirmar tal expertise? Ou novamente está tecendo comentários sobre o que desconhece? Além disso, Mercado Financeiro é como xadrez: vc pode ficar anos a fio nele, mas se não estudar, pode ser ultrapassado rapidamente por alguém com muito menos tempo.

      5) Claro, não sou o cara. Se eu o fosse, nem estaria aqui, kkkkkkkkk. No entanto, as questões discutidas de certo/errado envolvem conceitos de conhecimento e, para tal, é necessário primeiro dominar minimamente tal conhecimento para depois discutir sobre o assunto. Minha grande crítica é que vocês querem discutir o assuno X comigo, do qual eu estudei e vcs não abriram um livro sequer do assunto X e ainda discutem comigo dizendo que eu estou errado!!!! Vc mesmo, acabou de falar uma cagada sobre valuation e continua insistindo comigo. Diz pra mim: quantos livros vc já leu sobre o assunto? Porra, é a história do xadrez com pombos...

      6) A única estratégia que eu seguia a ferro e fogo era o B&H e, ainda bem, fugi dela no começo do ano, senão estaria muito pior hoje.

      Espero também que você seja feliz consigo mesmo e não com a desgraça ou fracasso alheio.

      Sds

      Excluir
    3. Olha lá que engraçado

      1) http://di-finance.blogspot.com.br/2014/05/a-importancia-do-timing-de-mercado.html

      tá lá no post: "Mas andei fazendo umas contas e encontrei uma maneira simples de, ao menos, saber mais ou menos a alta."

      e ainda "É uma estratégia simples e fácil de ser seguida."

      é tão fácil que de maio de 2014 para cá você decidiu fazer o contrário, kkkkk

      2) é positivo sim. Eu venho aqui para te ajudar a ver seus próprios erros, acho que está funcionando

      3) ahh? análise de valuation e decisão de investimentos não depende de timing?

      4) dá pra saber, sabe, pela forma como você escreve. Trabalha na Petrobras há uns poucos anos, vive com a mamãe, poucas viagens para o exterior, se não acha que alguém com mais idade, casado, com filhos, mais dinheiro, que conhece muitas e muitas empresas, muitos e muitos países, seja mais experiente que você, quem seria? ... olha a arrogância

      5) "Minha grande crítica é que vocês querem discutir o assuno X comigo, do qual eu estudei e vcs não abriram um livro sequer do assunto X e ainda discutem comigo dizendo que eu estou errado!!!!"

      veja o exemplo do passado, haviam muitos assuntos X que você conhecia muito e várias pessoas diziam que estava errado e de fato você estava (você mesmo disse que escreveu besteiras sobre muitos assunto, inclusive aqueles que você tinha estudado bastante)

      6) Na hora que você conseguir ver que você não conseguiu manter uma estratégia consistente por período superior a 6 meses talvez você entenda o que estou falando

      Abraços

      Excluir
    4. EI,

      1) Me assusta a sua incapacidade de compreender os textos. Não vou escrever mais que isso, pois já está tudo lá.

      2) Quer dizer então que VOCÊ está me ajudando?? hauhauhauhauahuaha. Já é candidata à melhor frase do ano, huahauhauhauahuahuaha

      3) Isso, continue falando sobre o que desconhece!

      4) Isso, continue falando sobre o que desconhece! (2)

      5) Isso, continue falando sobre o que desconhece! (3)

      6) Como assim? rsrsrsrs

      A conclusão depois desta última resposta, uma coisa fica bem clara: estou jogando xadrez com um pombo!

      Excluir
    5. respostas bem conclusivas.

      Quando fica sem resposta age assim, previsível como sempre

      abraços

      Excluir
    6. Pombo do Xadrez, vou deixar aqui um vídeo pra vc:

      https://www.youtube.com/watch?v=8wi8v5IFN-4

      bom vôo!

      Excluir
    7. Olha, EI, não é engraçado, não. É triste.

      vc não entende do que se trata o assunto Valuation, mas insiste em discutir comigo acerca do mesmo.

      vc não conhece minha vida pessoal e insiste em comparar a sua com a minha.

      vc não domina diversos assuntos de RV e insiste em vir aqui querer discutir comigo.

      Ou seja, vc insiste e insiste e insiste em discutir sobre coisas sobre as quais vc não domina.

      Vc deveria ter um pouco mais de humildade, visto se dizer tão experiente, e parar de tentar arguir sobre coisas que vc, nitidamente, não estudou ou não se aprofundou no assunto.

      Não sei com o q vc trabalha, mas aposto q qdo vc encontra alguém que desconhece do assunto querendo tentar falar sobre o mesmo, vc reconhece de loooooonge que o locutor não entende nada do assunto. Pois então, é a mesma coisa qdo eu vejo vc escrevendo. Qdo vc escreve de Valuation e timing fica tão gritante, mas TÃO gritante que vc não sabe do que está falando que, tranquilamente, posso classificar vc na seguinte posição do conhecimento: inconscientemente incompetente. Ou seja: vc ainda não tem a mínima noção do quanto vc NÃO sabe do assunto.

      Ou, vc é super especialista no assunto e fica se fingindo de burro. Mas duvido que seja a 2a opção.

      Excluir
    8. marcio, não precisa ficar nervoso.

      Quando você mudar de opinião novamente vamos ver que estava certo e quem estava errado.

      Você escreveu um montão de besteiras no passado, coisas tão ridículas que agora você mesmo está agindo de forma contrária ao que pregou durante muito tempo.

      Infelizmente pela sua mensagem acima vejo que voltarei aqui daqui um tempo para dizer que estava errado hoje ...

      Assim é a vida e um dia você aprende

      Excluir
  9. IL,

    Melhor ter uma rentabilidade de 1% ao mês ou de -X% em um ano? Ainda não aprendeu o significado de Custo de Oportunidade, né, amigo?

    ResponderExcluir
  10. vou dar a minha opinião sobre você

    "vc não entende do que se trata o assunto Valuation, mas insiste em discutir comigo acerca do mesmo."

    Você (marcio) não entende nada de valuation.

    "vc não conhece minha vida pessoal e insiste em comparar a sua com a minha."

    Já ouviu falar em Facebook?

    "vc não domina diversos assuntos de RV e insiste em vir aqui querer discutir comigo."

    Você também não domina muito RV e se mostrou, na prática, um péssimo investidor. Por que não podemos discutir sobre isso se ambos somos leigos?

    "Ou seja, vc insiste e insiste e insiste em discutir sobre coisas sobre as quais vc não domina."

    Você também insiste, insiste, insiste em coisas que não domina e não consegue colocar em prática.

    "Vc deveria ter um pouco mais de humildade, visto se dizer tão experiente, e parar de tentar arguir sobre coisas que vc, nitidamente, não estudou ou não se aprofundou no assunto."

    Se você não tem humildade, por que eu deveria ter? Mas olha, eu acho que sou bem mais humilde que você.

    "Não sei com o q vc trabalha, mas aposto q qdo vc encontra alguém que desconhece do assunto querendo tentar falar sobre o mesmo, vc reconhece de loooooonge que o locutor não entende nada do assunto. Pois então, é a mesma coisa qdo eu vejo vc escrevendo. Qdo vc escreve de Valuation e timing fica tão gritante, mas TÃO gritante que vc não sabe do que está falando que, tranquilamente, posso classificar vc na seguinte posição do conhecimento: inconscientemente incompetente. Ou seja: vc ainda não tem a mínima noção do quanto vc NÃO sabe do assunto."

    Engraçado, penso o mesmo de você. É tão gritante, mas TÃO gritante que não conhece o assunto e fica dando murro em ponta de faca que cjega a ser engraçado.

    "Ou, vc é super especialista no assunto e fica se fingindo de burro. Mas duvido que seja a 2a opção."

    Numa coisa você está certo, eu sou um burro, mas pelo menos tenho consciência disso. Pior são os burros que pensam que são espertos ... #ficaadica

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom q vc acabou de carimbar o que eu repeti acima:

      Vc só fala sobre o que desconhece, rsrsrsrs.

      Excluir
  11. dimarcinho,


    Ainda na linha de ver as besteiras que se escreveu no passado e reconhecer os erros, eu estava lendo a postagem de "timing" que citei acima e me deparei com o seguinte parágrafo:


    "Antes de partir para o mercado acionário, vamos para um mercado mais simples e previsível: Renda Fixa. Neste link eu expliquei a flutuação do valor de face dos títulos pré-fixados. Fiz uma simulação com um título que pagaria 10%aa e, devido aos movimentos da taxa SELIC, comentei ao final do texto que quando o investidor obteve uma rentabilidade anualizada equivalente a 23%, ele deveria sair. E por quê? Vejam, ele tem um título que pagará, ao fim de tudo, o equivalente a 10%aa. Se em determinado momento ele está pagando 23%aa, significa que você está recebendo mais do que irá receber se levar ele até o final, relativamente. Obviamente, isso existe devido à marcação a mercado. Mas os juros também flutuam. E em nosso país temos uma dádiva: títulos pós-fixados, onde nunca se toma prejuízo. Assim, retirar o dinheiro e aplicar em algo pós no CDI seria a atitude mais correta, a meu ver."


    Entrei na postagem linkada para tentar entender mas só me confirmou sua visão simplista da coisa.


    Você mantém o raciocínio deste parágrafo ou atualmente reconhece que "não é beeeeeem assim" a história que a melhor opção é vender o pré-fixado e ir para o CDI?

    Qual seria o motivo de aplicar ser melhor aplicar em pós-fixado? Não entendi bem


    Abraços

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu não modificaria nada deste texto. Talvez remover o "simples e previsível".

      Mas o raciocínio é esse e a explicação já está aí... vc não ter entendido é algo que não me surpreende...

      Excluir
    2. bingo!

      Se você entende que em termos de rentabilidade a melhor opção, após atingir os tals 23% a.a. é a melhor opção, você está totalmente equivocado.

      Se você argumentasse que do ponto de vista de risco e liquidez esta é a melhor opção eu concordo, mas do ponto de vista de rentabilidade, para alguém que vai levar até o vencimento, sair do pré-fixado para o pós-fixado é um movimento totalmente imprevisível, e a rentabilidade até o momento (tal 23% a.a.) para a tomada de decisão é irrelevante.

      Tô começando a entender aonde começa as suas limitações

      Excluir
    3. Tio EI,

      Os conceitos de risco e rentabilidade estão totalmente ligados entre si. Então, falar de um é falar do outro. Um título que oscilou fortemente (no meu exemplo, houve rentabilidade de 71% de um ano para o outro) já indica que é um ativo de alto risco. Então, num ativo de alto risco onde vc JÁ ganhou e já deu certo, a atitude mais prudente é proteger o lucro. E, neste caso, a única maneira seria se reposicionando para os pós-fixados (onde nunca há prejuízo de fato), visto que uma alta dos juros levaria junto o valor do título pré para baixo. Se em nosso mercado houvesse disponível caplets (sabe o que isso?), seria a opção ideal.

      Mas dadas as condições práticas, o único cenário onde ele teria resultado melhor que o proposto por mim (trocar pro pós-fixado no 5o ano) seria se a taxa continuasse caindo.

      Inclusive, para aquele mesmo exemplo que eu dei, se o investidor houvesse saído ao final do 5o ano e aplicado no título pós-fixado a juros equivalentes ao da taxa livre de risco, ele terminaria no 20o ano com um capital de 1.550, ou seja, 55% maior do que se tivesse mantido até o final...

      Excluir
    4. dimarcinho, lamento informá-lo mas seu raciocínio contém muito erros básicos, e isso explica o seu precário entendimento sobre muitas coisas e muitos dos erros que comete.

      Portanto leia com atenção, pare e leia novamente com ATENÇÃO antes de sair respondendo de forma atabalhoada para não se enrolar.

      Veja só, a rentabilidade passada de um título de renda fixa não deve ter influência nenhuma na decisão do que fazer com ele no futuro (se está considerando levar até o vencimento), e é isso que você não entende. Como eu disse este é um paradigma que distorce simplesmente tudo que você acha que sabe sobre o mercado financeiro.

      Lembre-se que os títulos pós-fixados, por serem pós-fixados, refletem mais ou menos a taxa livre de risco no curto prazo. Os preços dos títulos mais longos são calculados considerando a taxa livre de risco atual, os juros futuros (estimados/precificados) e um prêmio de risco (se tiver dúvida sobre o que é prêmio de risco me pergunte).

      Assim sendo, vamos pegar um exemplo semelhante ao seu do post:

      O título teve uma rentabilidade de 71% até o ano 4. Vamos dar um pause naquele momento e analisar. Qual o valor dos títulos pré e pós fixados?

      Pré-fixados (por acaso o que você tem em mãos): O preço dele é baseado no custo de oportunidade atual + juros futuros + prêmio de risco. Desta forma o mercado já está precificando ele considerando que até o vencimento (ano 20) os juros anuais médios serão de 7% a.a., não importando se isso se resume a 2% a.a. entre os anos 5 e 19 e o restante (%%% - faz a conta aí) no ano 20. Ele vai remunerar 7% ao ano na data do vencimento, sem risco na remuneração.

      Já o pós fixado, não tem preço calculado com base no futuro, então vai remunerar a taxa livre de risco do momento.

      Assim sendo, a decisão do investidor, no ano 4, entre manter os títulos pré-fixados ou trocar por pós-fixados, considerando que vá manter até o vencimento, deveria ser única e exclusivamente baseados nas suas projeções dos juros futuros (bola de cristal), portanto se ele acha que os juros médios da taxa livre de risco (pós-fixados) até o ano 20 serão maiores que 7% a.a., ele deve ir para o pró-fixados, se ele acha que os juros serão inferiores aos 7% a.a., ele fica no pré-fixados (lembra do tal prêmio de risco, né? se tiver dúvida aqui me pergunte).

      Outro fator de decisão é a liquidez, isso se o investidor acha que vai precisar do dinheiro ANTES do vencimento, aí sim vale a pena ele considerar o movimento linear do pós-fixado e migrar, em qualquer situação. (foi aí que falei em risco, entendeu?)

      A resposta é bem simples, se entre o ano 4 e o ano 20, os juros efetivos foram superiores aos 7% a.a., ganhou quem apostou nos pós-fixados, se foram inferiores, ganhou quem apostou nos pré-fixados. Se no seu exemplo o cara que foi pro pós-fixado ganhou mais é porque os juros efetivos foram superiores aos 7% a.a.. Mas como um idiota como eu vou saber, lá no ano 4, qual vai ser a taxa de juros média dos próximos 16 anos?

      Definitivamente a resposta não está nos juros passados, que é o que você está levando em consideração.

      Abraços

      Excluir
    5. Tio EI,

      em primeiro lugar, o título variou 71% de um ano para o outro e não ao longo dos 4 anos. Quem é que precisa de atenção aqui, hein? rs

      Vc escreve as besteiras sem nem perceber. Se estamos discutindo de 23% anualizados, como diabos em 4 anos estaria com valorização de só 71%? Leia novamente com ATENÇÃO.

      Aparentemente vc entende como funciona a precificação dos títulos, parabéns! Mas, infelizmente pra vc, não sabe o que fazer isso. rsrsrsrsrsrs

      Como eu disse antes, a decisão também envolve outros conceitos importantes e por isso não quis continuar para não me aprofundar. Mas vou aqui apontar.

      Vc escreveu duas besteiras gigantes sem nem perceber:

      1) "rentabilidade passada de um título de renda fixa não deve ter influência nenhuma na decisão"

      Com certeza vc está com aquele jargão de que "Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras."

      Isso é verdade. Mas o errado entendimento leva a coisas como q vc escreveu acima.

      De fato, é justamente o contrário, ainda mais nada renda fixa! As rentabilidades passadas importam SIM e aqui quem demonstra conhecimento precário é vc. Vários estudos mostram valores de retornos excedentes de um mercado em relação ao outro (Siegel é um).

      Se, por exemplo, vc utiliza conceitos de taxa de retirada para independência financeira em torno de 4% (como muitos estudos apontam), então vc já aceita que as rentabilidades passadas importam. Pois este número mágico de 4% não saiu do nada. Ele saiu de um estudo estatístico baseado ao longo de muitos anos, atravessando muitas situações de mercados, onde analistas chegaram a este número. Bom lembrar que nada garante que ele irá se manter neste patamar.

      Outro ponto: estamos falando de muitos anos. Longo prazo. E aí isto fica mais crítico ainda, pois a TENDÊNCIA é JUSTAMENTE que os números voltem à média histórica.
      http://di-finance.blogspot.com.br/2013/01/titulos-pre-fixados-e-suas-variacoes.html

      Note a tabela: mesmo com um período de juros altos longo (do ano 9 ao ano 15), a rentabilidade anualizada saiu de 6% para 8%, muito, mas muito longe dos 23% que se encontrava.

      Assim sendo, se vc está tendo um retorno excedente, significa que alguma coisa certa você fez e O MAIS IMPORTANTE É MANTER ESTE LUCRO.

      É óbvio que a decisão do investidor irá depender do que ele acha que irá acontecer com a taxa de juros. Mas o que você está ignorando foi justamente o que eu coloquei acima!!!!!!!!!

      E em 15:10 eu escrevi exatamente a mesma coisa:
      "o único cenário onde ele teria resultado melhor que o proposto por mim (trocar pro pós-fixado no 5o ano) seria se a taxa continuasse caindo."

      Excluir
    6. 2) Ignora a análise de cenários

      Pense num cara que colocou ~150mil e, com a queda dos juros, está com um retorno excedente muito acima da média. Após 4 anos ele tem ~340mil. Os 340mil estão dentro de um ativo de risco. E ele pode migrar para um ativo livre de risco. Os cenários são: taxa de juros sobe e taxa de juros cai (taxa de juros sem mudar é indiferente).

      Vamos colocar o que ocorre junto às decisões

      >> Taxa de juros sobe

      Fica no pré: perde dinheiro (prejuízo)
      Fica no pós: ganha dinheiro (lucro)

      >> Taxa de juros cai

      Fica no pré: ganha dinheiro (lucro alto)
      Fica no pós: ganha dinheiro (lucro baixo)

      Ou seja, dos 4 cenários, o único que apresenta a real chance de ter prejuízo é um q envolve ficar no pré-fixado.

      Enfim, tem tanta coisa mais pra falar, mas acho que isso é suficiente...

      3) "Mas como um idiota como eu vou saber, lá no ano 4, qual vai ser a taxa de juros média dos próximos 16 anos?"

      A análise em 2) mostra, justamente, q vc não precisa saber qual vai ser a taxa. Vc só precisa considerar ambos os cenários e avaliar a melhor relação. Não precisa de bola de cristal. E vou te dar uma dica: já tem séculos que o ser humano toma boas decisões acerca do futuro sem precisar de bola de cristal. E sabe como? Gerenciando RISCO.


      ps - Liquidez?

      O que teve liquidez a ver com o q eu escrevi? rsrsrs A questão era sobre a decisão de trocar ou não do pré para o pós. Você deu uma de Gambit e começou a cartear situações que não relação alguma com o post. Ceterius paribus.

      Vlw, tio!

      Excluir
    7. dimarcinho,

      Estou te falando para ler com atenção e você está me ignorando.

      sobre esta parte

      "em primeiro lugar, o título variou 71% de um ano para o outro e não ao longo dos 4 anos. Quem é que precisa de atenção aqui, hein? ..."

      Nem me importei muito com os números do exemplo, pois estou focado no conceito, que está errado! Você mesmo cita que os saltos não são tão grandes, porque então focar nos números se o conceito está errado?

      O problema é que VOCÊ parece não saber como são precificados os títulos. Você assume que o valor do título no ano 4 é a taxa livre de risco anualizada até o ano 20 (7% a.a.). Este é o maior erro que desencadeia todos os erros subsequentes.

      Volto a repetir, o preço do título pré-fixado não é a taxa livre de risco atual anualizada até o futuro, como você faz supor em seus estudos, ela é baseada nos juros futuros + prêmio de risco. (atenção para JUROS FUTUROS E PRÊMIO DE RISCO)

      A taxa livre de risco atual pode ser 8% a.a., mas se o mercado (juros futuros) estão precificando 7,8% a.a. até o ano 20, este vai ser o preço do título pré-fixado (adicionado de prêmio de risco). Em um cenário de taxa livre de risco atual de 8% a.a. e um título pré-fixado de 20 anos de 7,8% a.a., qual a melhor opção hoje pré ou pós? ninguém sabe, pois o futuro só com Bola de Cristal. Tudo vai depender se você aceita o prêmio de risco para ficar "preso" a um título por 20 anos ou não (liquidez, porra!).

      Vamos aos pontos:

      1) reafirmo, a rentabilidade passada não tem nenhuma influência na rentabilidade futura. Se você acredita que existe uma tendência a retornar para a média, porque aconteceu no passado, você está apenas fazendo uma aposta. Não há nenhuma garantia que no futuro irá acontecer. Portanto, investir em pré ou pós é apenas uma decisão baseada no futuro, SOMENTE.

      2) você é bem limitado, mas vamos lá.

      Esquece este negócio de ganha dinheiro ou perde dinheiro. Para títulos que vão ser resgatados no vencimento, o que vale é a taxa de juros efetiva do período versus a taxa contratada no momento da aquisição do título. Não sei qual a dificuldade em entender isso.

      Não existe este negócio de taxa de juros sobe/desce ganha/perde dinheiro. Esta análise está bem equivocada. O que existe é: taxa de juros FUTURO sobe/desce, valor (marcação a mercado) do título sobe ou desce. A taxa de juros atual pode não influenciar em quase nada o valor atual do título.

      Ninguém perde dinheiro se resgatar no vencimento. Ele vai receber o valor anualizado contratado. E lembra que no pós-fixado, por não haver o compromisso (risco) de segurar até o vencimento, não existe prêmio de risco.

      Cara, os 23% a.a. foi para um período de 4 anos. Esta variação de preço aconteceu para ajustar ao preço atual no 4.o ano (projetando os juros futuros para os próximos 16 anos). Se o mercado está precificando juros futuros de 7% a.a., você se acha mais esperto que o mercado e vai apostar que o mercado vai pagar 8% a.a. até o ano 20?

      3) Não vou nem comentar porque você se enrolou no item 2 e o 3 ficou sem sentido.

      Vou voltar ao começo do meu comentário. Seu erro primordial é ignorar que o preço de um título pré-fixado é baseado nos juros futuros + prêmio de risco. Você assume que o preço é igual aos juros atuais, mas você está errado. Isso altera todo o cenário do que você explicou, mas parece que você ignora isso.

      Todos os dias, independentemente do que aconteceu no passado, o mercado projeta e precifica os juros futuros e adiciona um prêmio de risco. Isso pode ou não ter relação com os juros atuais (nos títulos de curto prazo, obviamente os juros atuais influenciam os preços, mas nestes a volatilidade é menor), já nos de longo prazo, quem projeta é o mercado, baseado em outras variáveis, as quais a taxa de juros atual é apenas uma das variáveis.

      Espero que tenha aprendido um pouquinho hoje ... aproveita que não é todo dia que estou disposto a ensinar

      Ah, é "ceteris paribus" ... mas vou considerar erro de digitação.

      Excluir
    8. Tio EI,

      olha, não sei onde vc "aprendeu" sobre precificação, mas é bom vc ou verificar a fonte ou estudar novamente, pq frases como:
      "A taxa livre de risco atual pode ser 8% a.a., mas se o mercado (juros futuros) estão precificando 7,8% a.a. até o ano 20"

      São de frases assim que a gente percebe o conhecimento alheio. E ainda quer falar de prêmio de risco comigo, hauhauhauhauhaua

      Pelo menos vc continua honrando seu nick: Economicamente INCORRETO! hahahahahaha

      E, claro, a cereja do bolo:
      "Esquece este negócio de ganha dinheiro ou perde dinheiro.

      Claro, afinal de contas, estamos aqui só para fazermos o que achamos que é mais legal ou que gurus falam por aí e não pra ganhar ou proteger nosso dinheiro! rsrsrsrs

      Bom fim de semana pra vc!

      ps - como dica, vou deixar aqui a certificação que eu tirei em precificação de vários instrumentos financeiros:

      http://tinyurl.com/gr9d78l

      Vc pode fazer também!

      Excluir
    9. Olha dimarcinho, só digo uma coisa. Ou este curso não ensinou nada ou você não aprendeu nada.

      Faz o seguinte, veja como são precificados os títulos pré-fixados de renda fixa e depois fala comigo. Enquanto você ficar só no VPL pra cá e TIR pra lá está muito simplista

      Enquanto isso, continue acreditando neste monte de groselhas que você escreve. E coitados dos seus leitores que são iludidos.

      Depois eu volto aqui, quando você conseguir visualizar seu erro.

      Ah, eu fiz um MBA em finanças ... Não preciso do seu cursinho de certificação. Se quiser te indico, na FGV.

      Excluir
    10. Aproveita seu cursinho gratuito aí e explique pra turma aqui porque a SELIC atual é 14,25% a.a. e os pre-fixados de 2025 estao parando mais de 16% a.a.
      http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos_novosite/consultatitulos.asp

      Sei lá viu marcio, é meio básico, mas acho que este link pode te ajudar http://www.clubedospoupadores.com/investimentos/prever-taxas-juros-futuro.html

      Espero que ajude

      Excluir
    11. Fez MBA em Finanças e escreve:

      "Esquece este negócio de ganha dinheiro ou perde dinheiro."

      Aprendeu lá na FGV????

      E essa aqui, aprendeu lá tb:
      "A taxa livre de risco atual pode ser 8% a.a., mas se o mercado (juros futuros) estão precificando 7,8% a.a. até o ano 20"

      rsrsrsrsrsrs

      Excluir
    12. É isso marcio, foca em desqualificar o interlocutor porque nos assuntos da discussão você ficou vendido e não explicou nada.

      Dá uma lida no link que passei, quando estiver aberto a aprender alguma coisa.

      Continue assim

      Ah, se alguém discordar do do que eu disse nesses 2 pontos, além do marcio, acho que seria legal se manifestar.

      Excluir
    13. Marcio, numa boa, é divertido te zuar porque você mesmo se entrega.

      Sobre os juros futuros mais baixos que os juros atuais, veja que é uma situação atípica, mas estude sobre ETTJ invertida (estrutura a termo da taxa de juros)

      Até aconteceu no brasil em 2003. Veja esta apresentação, va para o slide 17

      http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=2&rct=j&q=ettj%20juros%20futuros%20baixos&ved=0ahUKEwiyi6qY3JvKAhVCgpAKHZVKB6UQFggeMAE&url=http%3A%2F%2Fwww.mbarros.com%2Fdocumentos%2Fupload%2FETTJ_Monica_Barros.pdf&usg=AFQjCNGPgLK0sg7GoqpbNuwTgLV72HacOg&sig2=wLS9DLqZD7ca2jeXSQMT9A

      Excluir
    14. dimarcinho, olhando a curva de juros atual me lembrei de você e de nossa conversa aqui. Veja que aconteceu DE NOVO aquilo que te ensinei!

      http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos_novosite/consultatitulos.asp

      Os juros atuais (SELIC) são 14,25% a.a. e os títulos pré-fixados (baseado nos juros futuros) são menores, veja só:

      2019: 13,43% a.a.
      2023: 13,77% a.a.
      2027: 13,79% a.a.

      Segundo a sua teoria, então, a melhor opção é vender os pré-fixados agora e comprar pós-fixado, certo?

      Excluir
    15. dimarcinho,

      quero dizer que minha pergunta é legítima, pois está acontecendo comigo. Eu comprei um pote de "Tesouro Pré-fixado 2027" por R$ 725,70 em 24/02/2016 (taxa de 15,94% a.a.).

      Agora está valendo R$ 822,29 (taxa de 13,79% a.a.). Rentabilidade bruta aproximada de 13,30% em 30 dias.

      Queria realmente ouvir sua opinião. Eu pretendia manter o título até o vencimento. O melhor seria vender agora e comprar pós-fixado?

      Excluir
    16. Já que foi vc quem ME ENSINOU sobre a taxa de juros, não vejo o porquê em lhe responder, não é mesmo?

      Excluir
    17. Nossa, como você está magoadinho. Deveria ficar feliz quando aprende alguma coisa.

      Gostariamos de ouvir sua opinião ... mas se está com birra, então deixa.

      Abraços

      Excluir
  12. Olha esse aqui. Certamente nao aprendeu isso no cursinho de verão

    Pag 38 e 39
    http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=8&rct=j&q=ettj%20juros%20futuros%20baixos%20invertida&ved=0ahUKEwi6_OSd4JvKAhUJhJAKHUJfDUUQFgg2MAc&url=http%3A%2F%2Ftcc.bu.ufsc.br%2FEconomia295597.pdf&usg=AFQjCNF3KchY6qnVJ8PgH9ikJacqHegAKg&sig2=yFUP2sA4XNCgRdhgEIY2XQ

    Chupa

    ResponderExcluir
  13. Tio EI,

    acho q vc de repente ficou muito nervoso, começou a sair fazendo pesquisas pelo Google pra tentar consertar as cagadas q vc falou, rs.

    Fica assim, não, cara!

    Mas só agora que percebi pq vc ficou nervosinho. Essas postagens foram pra reclamar que eu não usei uma taxa de juros variando no tempo? Ou usei a mesma taxa no pré e no pós? Sério isso? rsrsrsrs

    Mas aí vc me joga:

    "Já o pós fixado, não tem preço calculado com base no futuro, então vai remunerar a taxa livre de risco do momento."

    http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto-precos-e-taxas-dos-titulos

    "Estranhamente", o LFT de maior prazo está com taxa maior, rsrsrsrs

    "Estranhamente", vc consegue taxas maiores no tempo para os PÓS-FIXADOS quanto maior for o seu templo de aplicação.

    Ou seja, os pós-fixados TAMBÉM embutem prêmios de risco atrelados a ele. Eles não remuneram apenas pela taxa livre, como o Tio EI escreveu.

    Mais um exemplo:
    http://www.sofisadireto.com.br/rentabilidade/

    O MBA foi na FGV? Já foi bem melhor, hein!

    ps - taxas negativas são conceitos mais avançados; pra entender eles, precisa entender o básico primeiro, o que não é o seu caso.... rs

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ah, agora que te expliquei sobre a ETTJ invertida você diz que já sabia, mas que não quis dizer por ser muito complexo.... entendi

      Cara, você já comprou algum título LFT? Você deveria saber que não existe mais de um título disponivel para venda, só para recompra.

      Termino por aqui.

      Excluir
    2. Sim, EI, vc quem me "explicou" sobre a ETTJ, kkkkkkkk

      Aqui é uma piada nova a cada dia!

      E quem falou em comprar o diabo do título da LFT? Vai ser burro assim na pqp, cara! Não desvia o assunto. Vc deu uma de gostosão aí e to esfregando na sua cara que os juros pós remuneram mais em prazos mais longos.

      E o CDB, esqueceu de comentar ele tb? hahhahaha

      Excluir
    3. Marcio, agora que aprendeu a ETTJ, volte para seus posts e corrija, pois o resultados vai ser diferente.

      Cara, você que é burro, a LFT não remunera mais nos titulos mais longos. De onde tirou isso?
      Sempre existe somente 1 (uma) LFT disponivel e ela vai ter somente uma opção de remuneração. Se existe somente 1 LFT disponível SEMPRE, só existe 1 opção de remuneração. Não fuja da burrice que falou.

      Portanto voce ter dado o exemplo com a LFT foi burrice mesmo. LFT tem liquidez diaria, portanto não tem prêmio de risco.

      Sobre os CDBs, estamos falando de outra categoria de titulos, pois embutem RISCO do emissor. Alem disso, os premio de risco é mais alto para prazos mais longos porque nao tem liquidez. Ou seja, o investidor tem que ficar preso com o titulo pelo periodo. Como o emissor tem risco (pode quebrar), para o investidor aceitar ele recebe um prêmio.

      Primeiro que isso é irrelevante para a discussão, pois a discussão era sobre juros futuros e nao.o prêmio de risco. Além disso, não são ativos livre de risco como as LFTs (risco do emissor e liquidez do CDB).

      Fica piano aí e não desvia o foco.

      Vc é engraçado, quando não sabe um assunto desvia para outro lado

      Excluir
    4. Tio EI,

      Nao estou desviando nada, mas já que vc ignora que, independente do ativo ser pós ou pré, se ele for pra longo prazo, ele embutirá prêmio de risco, não posso falar mta coisa.

      Dei o exemplo da LFT e do CDB, mas, realmente, o exemplo da LFT foi ruim devido à liquidez diária, visto que o ágio/deságio é afetado pela oferta x demanda.

      Mas façamos assim: na próxima vez que ocorrer a situação descrita pro mim naquele post, vc segura o seu título e leva até o vencimento.

      E se acontecer comigo, eu troco para algum ativo pós-fixado.

      E estamos todos felizes!

      ps - conheço um caso real de um amigo que não está nada feliz com a decisão que vc tomaria, rsrsrsrs

      Excluir
    5. Se eu tivesse dito que o melhor é ficar na pré, poderiamos combinar isso, mas nao foi isso que falei.

      Eu só disse que a decisão não era simples como você supôs, pois suas premissas estavam erradas. Só isso e você ficou nervoso, dando voltas e voltas para enrolar.

      Essa história de caso real de amigo tá me cheirando experiência própria. Se você toma as decisões baseado nos srus estudos é bem provável. Ai, ai

      Excluir
    6. Tio EI,

      por todos os deuses, vc ainda que insistir?

      Vamos lá: tudo começou com o seu comentário em 08/01/16 11:42
      http://di-finance.blogspot.com.br/2016/01/retrospectiva-2015-e-futuro-do-blog.html?showComment=1452263047080#c6009207828253763882

      Vc argumentou que a rentabilidade anualizada era irrelevante.

      Então argumentei falando que é sim importante, pois a mesma carrega informações relevantes acerca do mercado. (citei inclusive a taxa segura de retirada, que é baseada única e exclusivamente em rentabilidades passadas).

      Assim sendo, a rentabilidade carrega informações que PODEM ajudar o investidor em sua tomada de decisão.

      Aí vc começou o tiroteio de precificação e etc.

      Enfim, já desenhei duas vezes e acho q não preciso continuar.

      Mas pra fechar com chave de ouro:
      "Essa história de caso real de amigo tá me cheirando experiência própria."

      O sabidão já voltou a prever acontecimentos que ele desconhece, hahahahhaa.

      Não sei como vc ainda não derrubou Platão! hahahaha

      Excluir
    7. Cara, você escreve um monte de besteiras, não sabe como funciona a precificação de um título pré-fixado, fala um monte de merdas das LFTs, assume premissas que não existem e vem apelar aos deuses?

      Você tem que apelar aos deuses para ver se eles te ajudam a ver o mundo como ele é e não como você gostaria que fosse.

      Rs

      Excluir
  14. Caracas!!!

    Essa discussão que presencio é histórica!

    Daqui três anos esse post há de ser lembrado!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
    2. Guardião, quero ver como o marcio vai explicar como faz pra comprar esta LFT 2017.

      Estou rindo até agora ao ver que pelo super entendido certificado em finanças afirma que tem 2 LFTs disponíveis com taxas diferentes.

      Kkkkkkkkk


      Excluir
    3. Guardião,

      ele quem falou que os títulos pós remuneram pela taxa livre de risco e agora tá querendo desviar o assunto. rsrsrs

      Excluir
    4. Mas o interessante da discussão é que isso pouco importa. A análise de cenários, já desenhada antes é MUITÍSSIMO mais importante. Vou até repetir:

      >> Taxa de juros sobe

      Fica no pré: perde dinheiro (prejuízo)
      Fica no pós: ganha dinheiro (lucro)

      >> Taxa de juros cai

      Fica no pré: ganha dinheiro (lucro alto)
      Fica no pós: ganha dinheiro (lucro baixo)

      Excluir
    5. Olha o que eu disse la em cima

      "Lembre-se que os títulos pós-fixados, por serem pós-fixados, refletem mais ou menos a taxa livre de risco no curto prazo."

      Respondido né?

      Excluir
    6. Sobre o post as 10:06, realmente, emquanto estiver calculando errado no início, todo o resto será como descrito por você. Só tem este probleminha de erro na origem, mas os resultados serão consistentes. Errados mas consistentes.

      Marcio, desculpa por passar o pinguelo na sua cara, mas vc é muito vulnerável.

      Bom domingo!

      Excluir
    7. Calculando com a curva agora, especialmente pra vc, Tio EI!

      https://www.dropbox.com/s/0848qs3d2z5atki/pr%C3%A9%20vs%20p%C3%B3s.png?dl=0&preview=pr%C3%A9+vs+p%C3%B3s.png

      Fly, fly!

      Excluir
    8. Marcio, é serio que está perdendo seu domingo no computador fazendo gráficos?

      Cara, mas com base em quê o pré-fixado foi precificado pelo valor que você precificou?

      Tomar decisões tendo os dados do passado é moleza, né? Assim até eu que sou mais tonto.

      E hoje, o que é melhor para colocar um dinheiro que você vai precisar só em 2035?

      Que comédia. ..

      Excluir
    9. Complementando a pergunta. Com base em que o pré-fixado foi precificado no ano 4-5 pelo valor que você precificou?

      Excluir
    10. Pergunta lá pro Viver de Renda ele tem experiência em alocar 100% em pré fixados de longo prazo... rs

      Excluir
    11. dimarcinho,

      Perguntei lá pro viver de renda e ele não se arrependeu de alocar 100% em pré-fixados e não vai vender ...

      E agora? dá um conselho aí, o que fazer quem tem pré-fixado e ganhou mais de 20% de uma tacada só?

      Pensando daqui para 2050, qual a melhor opção para aplicar o dinheiro? pré ou pós?

      Abraços

      Excluir
    12. http://www.drmoney.com.br/economia/estado/populismo-e-inflacao-o-caso-argentino/

      Excluir
    13. minhas limitações neurológicas me limitam a chegar a alguma conclusão sobre aonde você quer chegar

      Você está dizendo que o risco é o governo manipular a inflação? bom, este risco existe realmente, mas isso não tem nada a ver com o que estamos discutindo ...

      Considerando este risco, ninguém poderia comprar NTNBs longas.

      Ah, ok, está desviando assunto novamente.

      Excluir
    14. A questão do VR é confiar em governos de esquerda da américa latina e na inflação, rsrsrsrs. Cada um com a sua fé.

      Sobre a decisão de vender ou não, eu ainda vou deixar vc refletindo mais um tempo. Sugiro reler tudo q eu escrevi até vc entender pq não está entendendo.

      Excluir
    15. A sua opinião anterior eu sei, mas eu queria saber de mudou de opinião, ou pelo menos se mudaram os fracos argumentos

      Excluir
  15. Comprando no topo e vendendo no fundo? Rodar patrimônio?
    Cara vai colocando o dinheiro novo em RF, mas nunca se desfaça de sua carteira, pois o futuro é incerto "crise passa" tudo passa.
    Aproveite para comprar mais ações de boas empresas e diminuir seu preço médio. NUNCA VENDA UMA AÇÃO. de valor ao seu suado dinheiro.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Rodo Milhão,

      se eu não tivesse encerrado a carteira, eu teria obtido um prejuízo de -27%. Isto significa que eu precisaria de uma alta de 37% para empatar. E pra juntar com a inflação (vou colocar uns 10%) então a alta precisaria de 50%.

      E isso em apenas UM ano que deu errado.

      Pergunta pra vc: vc tá conseguindo 50% de alta facilmente com sua carteira?

      Vc acha que conseguirá manter 50% de alta no futuro?

      Excluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...