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sábado, 17 de janeiro de 2015

Carteira própria vs ETF

Primeiro post do ano e vamos a um assunto que já tentei abordar por aqui e, pra variar, deu confusão. Hoje venho com a questão da comparação em investir ou não em um ETF e porque montar uma carteira própria é um abismo de diferença entre ambos.
Em outro post tentei mostrar que ao optar por não investir em um ETF o investidor estaria optando diretamente por uma abordagem de tentar bater o mercado. Quando falamos em “mercado”, falamos do índice mais geral, mais comum. Aqui no Brasil é o IBOV. Nos EUA temos o Dow Jones e o S&P500.

Funciona assim: se o retorno médio do mercado será representado no IBOV, ao montar uma carteira própria eu estou buscando tentar uma valorização melhor do que a do IBOV (ou seja, do mercado!). Afinal de contas, se estou investindo em ações eu não quero performar abaixo do IBOV, então, por lógica, para evitar isso, o correto é investir no IBOV.
Mas o ponto principal daquele post era que, ao fazer stock picking, você estaria automaticamente indo de encontro a toda e qualquer teoria sobre precificação. É também simples de entender: empresas de alto risco serão mais baratas. E empresas de baixo risco, serão mais caras. Na verdade, ao fazer stock picking você está acreditando que pode conseguir uma relação risco/retorno melhor do que a do índice. E isso só será possível se:
1) O ativo escolhido terá retorno melhor ao esperado
2) O ativo escolhido terá volatilidade menor à esperada
Mas o ponto hoje não é esse. O ponto é a questão de ETF x carteira própria.
O Investidor Troll naquele post escreveu dois comentários, os quais replico aqui:
Prófis, mas se o cidadão quer investir em ETF por uma questão de coerência ideológica, mas na prática o produto é uma bosta, o que há de errado em fazer stock picking com o objetivo de criar uma espécie de ETF próprio, a exemplo do que o Estagiário fez? Replicar o Ibov expurgando as empresas cujo risco é altíssimo é um erro?”

Exemplificando, se alguém deseja montar uma carteira com 20 ações de setores diversos, com no mínimo duas do mesmo setor, excluindo as que tiveram prejuízo anual nos últimos 3 anos, exceto efeitos não-recorrentes, utilizando apenas resultados trimestrais como forma de acompanhamento, isso seria stock picking sem levar preço em consideração. O investidor busca apenas grande diversificação, pois não é um "prófis" do mercado e tem outra atividade que consome muito de seu tempo. Não há incoerência nenhuma nesse caso.”
Deixei marcado em negrito para reflexão dos leitores
Qual seria a diferença entre fazer isso e um índice qualquer? Bom, as diferenças pra quem monta uma carteira própria são muitas. Então montar “ETF próprio”, como mostrarei, é praticamente impossível. Possível na teoria, completamente inviável na prática.
Para começar, um ETF é um fundo que replica algum índice de mercado. Estes índices são criados para demonstrar um desempenho de um conjunto de ações. A ideia seria ter um termômetro de determinados setores. Assim, um índice composto só por empresas do setor de energia elétrica tenderia a mostrar mais ou menos como anda o desempenho econômico deste setor. E por aí vai.
Se pararmos pra pensar, então não faria sentido expurgar as empresas de mau desempenho. Se um setor, como o de petróleo, começar a derrapar, é pra fazer o que com o índice? Acabar com ele? Claro que não. O índice irá demonstrar, indiretamente, as expectativas e o desempenho daquele setor.
Mas voltando ao ponto. Qual a grande diferença entre uma carteira própria e investir num ETF? Vamos, antes, ver como funciona um ETF.
No link abaixo você pode conferir e metodologia do S&P500.
Ou seja, para participar do índice, um papel precisa passar por alguns critérios de elegibilidade. Além disso, existem regras sobre a alocação permitida pelos papeis.
E todas estas regras são bem específicas. Na verdade, para algo assim funcionar, as regras precisam ser as mais rígidas possíveis. Olhando rapidamente, os critérios do S&P500 são:
- Capitalização de mercado (ou seja, o preço que ela vale no mercado);
- Liquidez (em volume de ações negociadas);
- Domicílio (basicamente: a empresa precisa ser americana);
- Ações em Poder do Público (ou seja, free float maior que 50%);
- Lucro dos últimos quatro trimestres somados seja positivo;
- IPO ter acontecido com antecedência de 6 a 12 meses;
Fora outros detalhes mais específicos. Não parece ser lá um super filtro fundamentalista, não é? Pois é, mas esse fundo é complicado de bater nos EUA.
Por que o fundo não se importa com o preço? Veja, se o papel atende a esse critérios, tanto faz como tanto fez todo o resto da análise fundamentalista do mesmo. Por exemplo, nosso amigo Investidor Livre outro dia fez um post “Duratex ou Vale”.
Veja, se fosse na metodologia do índice, não interessaria mais nada. Se ambos os papeis atendem aos critérios de elegibilidade, o gestor do ETF compraria ambos os papeis: Duratex E Vale. A partir do momento que você decide por um por outro, sendo que ambos passam nos critérios por você escolhidos, então você está (mesmo sem saber...) dizendo que um irá desempenhar melhor que o outro em termos de risco/retorno. O correto seria investir em ambos, afinal de contas os critérios de elegibilidade são rígidos.
E quanto comprar de cada um? Aí vêm os critérios de balanceamento. O mais fácil é fazer uma carteira com pesos iguais para todos os ativos (chamado de equal weight). Para o exemplo acima, ao invés do investidor ficar em 100% Duratex ou 100% Vale, ele ficaria com 50% de Duratex e 50% de Vale. No caso do S&P500, a ponderação é pela capitalização de mercado. Ou seja: é um índice onde o preço importa!
Outro ponto que é importante: tais critérios, além de rígidos, precisam ser os mesmos de saída, caso contrário pode acontecer de você ter um papel HOJE dentro da carteira, mas que ONTEM não entraria. O que, ao meu ver, não faz muito sentido.
Inclusive, o S&P500 coloca como exclusão do índice os papeis que violarem um ou mais dos critérios descritos anteriormente. De fato, ele coloca uma observação, mas o ideal mesmo para o investidor é que isso não houvesse. Pois esta margem de “feeling” do investidor pode levar a resultados piores ao que ele esperava.
Em resumo, um ETF possui:
- Critérios rígidos de elegibilidade. A partir deste filtro, todos os ativos devem participar.
- Os critérios de inclusão são, corriqueiramente, os mesmos de exclusão.
- Os critérios de balanceamento devem ser bem definidos e seguidos constantemente, para que não haja distorções;
E agora que sabemos mais ou menos como o ETF funciona, vamos para a carteira própria. Seguindo o exemplo do Troll, qual seria a diferença entre uma carteira própria com tais critérios e um ETF com tais critérios?
1) Teoria x Prática
Um ETF precisa ser rebalanceado periodicamente para poder realmente refletir a carteira teórica. Tomei a liberdade de pegar a carteira do Além da Poupança, que ele publicou neste link. Veja que lá consta na tabela Remanejamento de Ações esta questão do balanceamento. Ele publicou que a rentabilidade foi de -7,25%. Peguei as variações os ativos e comparei com as alocações atual e pretendida. E o resultado foi de -6,06% pra teórica e pra atual -6,67%, respectivamente. Veja que todas deram uma boa diferença com a realidade.
 Aí você pode falar “mas só 0,6% no mês?”. Bom, se cada mês houver um erro de 0,6%, isto pode criar uma distorção muito grande entre uma carteira teórica e uma prática. E olha que esta é a diferença teórica. Na prática a carteira dele variou -7,25%, ou seja, a diferença passou de 1% no mês.
Ou seja, quando você faz um estudo qualquer de uma carteira teórica qualquer, independente do resultado, a não ser que você faça um rebalanceamento bem aderente, o resultado prático, muito provavelmente, estará longe do real, seja pro lado positivo, seja pro negativo.
E é por isso que o rebalanceamento deveria ser com razoável periodicidade e/ou levando em conta os movimentos de mercado. O que nos leva ao próximo problema.
2) Custos de corretagem e imposto de renda
E aqui entram os custos. Primeiro: corretagem. Um investidor pessoa física irá pagar muito mais corretagens do que um fundo (que até onde eu sei, nem pagam em alguns casos). Além de outro problema: adiantamento eventual de imposto de renda. Em casos de ativos que subiram muito, será necessário vender pra fazer o rebalanceamento. E como o rebalanceamento se dará com alguma periodicidade razoável, o limite de isenção de 20 mil reais será facilmente ultrapassado.
4) Quantidade de ativos: mais custos
Ao notarmos critérios razoáveis com os do S&P500, mesmo assim, ainda termos carteiras grandes, com muitos ativos. E isso com certeza irá levar a mais custos e gastos com corretagem para, novamente, tentar manter o rebalanceamento.
5) Tipo de alocação
Aqui é simplesmente definir como os ativos irão estar balanceados. Na verdade é uma decisão fácil a partir do momento que você toma uma distribuição de igualdade entre os ativos (equal weight). Mas a maioria dos índices são formados e ponderados pela capitalização dos mesmos. Se o investidor pessoa física quiser seguir este critério, terá ainda mais um trabalho para fazer mensalmente.
6) Dificuldade psicológica com a elegibilidade
Creio que esta é maior barreira não-financeira para o investidor. Os critérios a serem aqui estabelecidos devem ser extremamente rígidos, para que o investidor não caia no erro de “achar” que aquele papel que “ia bombar” ande de lado e ele fique segurando.
Nesta linha, volto ao exemplo acima de Vale x Duratex. Após feitos os critérios, o investidor tem que segui-los.
Aqui o efeito psicológico pode ser nefasto. Ele pode começar a “manipular” os critérios de tal maneira que ao fim a carteira fique do jeito que ele gostaria. E isso é um erro! Pois ele está se auto-enganando. E quando um ativo preferido não estiver desempenhando lá muito bem, o investidor chega e altera os critérios para que ele permaneça...
Enfim, resumo da ópera:
- Custos proibitivos
- Eventual adiantamento de impostos de renda
- Problemas no balanceamento teórico x prático
- Respeito aos critérios de elegibilidade (inclusão e exclusão)
Dá pra fazer um bacalhau? “Rebalanceamento” mensal, sempre tentando fazer sem pagar IR e dando uma limitada no número de ativos? Dá, mas não é a mesma coisa! E terá um resultado prático muito diferente do teórico (provavelmente estudado anteriormente e que levou à montagem do prático...).
Enfim, como mostrado acima, comparar um ETF com uma carteira própria é realmente um abismo de diferença.

Abraços!

84 comentários:

  1. ETF ao meu ver trata-se de um péssimo investimento.

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    1. Beto,

      a questão do post foi colocar as diferenças e, única e exclusivamente, isso.

      []s!

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  2. Dimarcinho,

    Ok, já entendemos que você considera os ETFs superiores ao investimento individual em ações. Agora estamos esperando você liquidar a sua carteira de ações e migrar o capital dela para um ETF.

    Vai fazer isso quando? Ou você vai ser adepto do faça o que eu digo mas não faça o que eu faço?

    Abraços.

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    1. Não, IL, eu não disse que considero os ETF's superiores ao investimento individual em ações.

      Deveria prestar mais atenção.

      []s!

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    2. Dimarcinho,

      Qual o sentido dessa postagem então?

      Abraços.

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    3. IL,

      nem toda informação leva a uma aplicação imediata. Na verdade, quase nunca. O que importa é o conjunto de informações a sua sintonia com as outras...

      []s!

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  3. Interessante que o SP 500 têm um filtro de lucros, se o IBOV tivesse critério semelhante já melhoraria muito a qualidade.

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    1. Exatamente.

      Falta um mínimo de critério fundamentalista pra pelo menos excluir o lixo do índice.

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    2. concordo, também seria ótimo ver o índice refletindo projeções futuras e se antecipando ao si próprio, no caso, o mercado....

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    3. A Bovespa fez um estudo de como teria sido o desempenho com as alterações recentes.

      http://www.bmfbovespa.com.br/Indices/download/SERIE-RETROATIVA-DO-IBOV-METODOLOGIA-VALIDA-A-PARTIR-09-2013.pdf

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  4. Já escrevi um post um pouco relacionado com o assunto:
    http://investidordefensivo.blogspot.com.br/2013/10/duvida-do-leitor-investir-em-etf-ou.html

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    1. Legal, José, não tinha visto seu estudo ainda.

      []s!

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  5. Pelo que entendi do post o metodo mais indicado e menor custo é o do bastter?

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    1. Concordo anonimo. O item 6) Dificuldade psicológica com a elegibilidade

      É o que mata o investidor como o marcinho, entao o melhor é ser o mais automatico possivel

      Bastter na cabeça

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    2. então foi o bastter o cara que primeiro racionalizou o obvio depois de séculos de mercado? Sempre aprendendo aqui, obrigado..

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    3. Nao. Mas o bastter é o mais famoso divulgador em terras brasilis, por isso foi citado.
      ele nao inventou nada

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    4. sim, concordo, é o mais famoso: ele é figurinha fácil e constante nas entrevistas dos canais bloomberg, globonews, etc.. sobre mercado; ele é constantemente citado ou consultado nos cadernos sobre mercado de veículos consagrados no país como gazeta mercantil, j,commercio, etc... Diversos colunistas sobre mercados o tem como referencia sobre educação financeira...

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    5. Nao disse que ele é super famoso, que sai na televisao e tals, mas que ele é o mais famoso que conheço que propaga essa metodologia.
      nunca vi ninguem na globonews detalhando metodologia de investimento em acoes.
      preciso assistir mais Manhatan Connection

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    6. Ahhh.... ele é o mais famoso que VOCÊ conhece....

      Tendi, rs, desculpe aí não ter interpretado corretamente que a limitação era SUA e não da tal "terra brasilis".

      "mas que ele é o mais famoso que conheço que propaga essa metodologia"

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    7. Entendeu errado, anônimo 22:29.

      O post não trata disso. Trata apenas da questão que é praticamente impossível um investidor pessoa física montar algum tipo de ETF.

      []s!

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    8. isso mesmo mizifio. não conheço muita gente mesmo se conhece outros diga ao invés de ficar julgando a minha limitação

      marcio, estava claro que você iria justificar que não estava emitindo opinião acerca de um ou outro investimento. está começando a ficar previsivel

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    9. Fio, rs

      Desviando o assunto?

      Vc escreveu:

      "Mas o bastter é o mais famoso divulgador em terras brasilis,"

      Se ele é o mais famoso do brasil, é porque TODO mundo o conhece, o reconhece, o vê e comenta sobre ele. Não estamos entrando no mérito ou no conteúdo de nada do que ele se diz especialista.

      Então, o cão é famosão ou não no mercado de "verdade"?

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    10. na blogosfera nunca ouvi falarem sobre este tipo de metodologia se referindo a outra pessoa

      Por favor nos brinde com outros nomes "famosos"

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    11. hahahahaha

      o mais "famoso" de terra brasilis, não, o mais famoso que eu conheço, não, saberia indicar alguém de verdade, não, péra...

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  6. Falta critério fundamentalista no índice brasileiro.

    O RAFI é a principal metodologia americana paraíndice fundamentalista.

    Deem uma lida, que é interessante. Eles usam vendas, fluxo de caixa, dividendos, valor patrimonial e dividem de acordo com o tamanho das empresas.

    http://www.researchaffiliates.com/Our%20Ideas/Solutions/IndexResources/FS_RAFI_Size_Style.pdf

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    1. Interessante; mas olhando aqui um gráfico de 10 anos do S&P500 comparado ao PRF, os resultados foram praticamente iguais, inclusive com vários períodos com o SP500 ficando à frente.

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    2. Esqueci de colocar o link:

      http://www.invescopowershares.com/pdf/P-PRF-PC-1.pdf

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    3. O PRF está relacionado ao Russel 1000 e tem ganhado quando contado desde o início do fundo.

      O fundo da Invesco que pega o S&P 500 e coloca um padrão de qualidade na seleção é o SPHQ.

      https://www.invesco.com/portal/site/us/investors/etfs/product-detail?productId=SPHQ

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    4. Note que neste mesmo link, se vc clicar na aba performance, verá um gráfico lá embaixo comparativo. E de 2006 pra cá, o S&P500 teve desempenho superior ao "S&P500 High Quality"

      []s!

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  7. Post sem pé nem cabeça.

    Tentativa de polemizar mas ficou fraco e isso vai refletir na audiência. Para melhorar voce vai ter que caprichar nas respostas

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    1. Concordo. post sem pé nem cabeça, cheio e falhas.

      "Funciona assim: se o retorno médio do mercado será representado no IBOV, ao montar uma carteira própria eu estou buscando tentar uma valorização melhor do que a do IBOV (ou seja, do mercado!). Afinal de contas, se estou investindo em ações eu não quero performar abaixo do IBOV, então, por lógica, para evitar isso, o correto é investir no IBOV."
      Não faz o menor sentido. Dimarcinho, decida-se.O objetivo é ganhar do IBOV ou não perder para o IBOV. Você que se diz ser muito bom de interpretação sabe que há uma diferença gritante entre os dois.

      "Na verdade, ao fazer stock picking você está acreditando que pode conseguir uma relação risco/retorno melhor do que a do índice. E isso só será possível se:
      1) O ativo escolhido terá retorno melhor ao esperado
      2) O ativo escolhido terá volatilidade menor à esperada"
      Outro besteirou. Se eu faço stock picking, eu já espero que minha carteira tenha uma relação risco/retorno melhor que a do índice. Então basta dizer que:
      1) O ativo escolhido terá o retorno esperado
      2) O ativo escolhido terá volatilidade esperada

      "Assim, um índice composto só por empresas do setor de energia elétrica tenderia a mostrar mais ou menos como anda o desempenho econômico deste setor."
      Prófis, desde quando índices mostram desempenho econômico de um setor?

      Cansei de escreveu. Há diversos erros no posto que daria para escrever um livro do tamanho de um vade mecum. O assunto do post serve apenas para causar polêmico com um besteirol insignificante. Este blog já foi bom, mas agora não é mais. Já excluí dos meus favoritos e adeus.

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    2. já vai tarde, inclusive....

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    3. Concordo com anon 9:34

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    4. então é mais um que já vai tarde....

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    5. Quem perguntou?

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    6. Esqueci de dizer que ele iria desviar o assunto

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    7. Desculpe, ter desviado do assunto do post.

      O assunto do post é a relevância do seu comentário:

      "Este blog já foi bom, mas agora não é mais. Já excluí dos meus favoritos e adeus."

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    8. Ninguém é obrigado a vir aqui. Ao anon 09:34, recomendo, na boa, buscar algum curso sobre interpretação de texto.

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    9. Sim, dimarcinho. Você tem razão. Contudo, noto que ao longo do tempo você se tornou intolerante acerca das percepções dos leitores provocadas pelos seus textos. Cabe lembrar que resta ainda saber se sua redação é redigida de forma clara mesmo focando em assuntos supostamente complexos. Assim sendo, suponho que grande parte das polêmicas reside em suas deficiências como escritor blogueiro. Note que sempre é bom, ao longo do tempo, frequentar aulas de redação. Não apenas com o objetivo de prestar concurso público.

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    10. Obrigado, anônimo.

      Contudo, note que, ao longo do tempo, muitos dos leitores que aqui vêm comentar, não são àqueles que buscam algum tipo de conhecimento ou discussão e sim apenas alguns trolls q estão em busca de discórdia.

      Não estou me expressando bem ou não consigo passar claramente as ideias que são amplamente divulgadas na literatura e tenho hoje em mente? Bom, pode ser verdade.

      Mas isso não significa que tenho que ficar alimentando qualquer tipo de gracinha. Se alguém estiver, REALMENTE, interessado e discutir, existe um canal para isso através do meu e-mail.

      Vir aqui reclamar e chorar é um sinal bastante claro de alguém que está apenas trollando.

      Sobre aulas de redação... rs... interessante ouvir isso... rsrsrs

      []s!

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  8. Gente, ja sei até o que o marcio "caçador de trolls" vai dizer.

    - pessoal, voces tem problemas de interpretacao de texto. Aonde eu disse que é melhor investir em ETF? Eu esyou dizendo apenas que é muito diferente e nao da pra tentar replicar um indice.

    Aí vem o Jonas "profeta do obvio" mizifio e começa a vomitar aquele monte de besteiras contrariando tudo e todos com argumentos obvios (quem vai contra-argumentar o obvio).

    - Prófis, rs. Você pegou a essencia da diferenca entre ETF e stock picking ... bla, bla, bla. Rs

    - Anonimo, rs, conte mais sobre a sua grande experiencia. Rs. A diferença entre freio de mão puxado e performance ruim xyz, bla, bla, bla.

    Mais um post que nao acrescente nada a blogosfera. Muito chato e apenas para criar polemica.

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    1. ahã... assim como o seu comentário, rs

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    2. Esqueci de dizer que ele iria desviar o assunto

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    3. Dinovo, rs, desculpe...

      O foco da discussão é sua profunda e relevante análise crítica do blog como um todo e tb sobre alguns comentaristas anonimos!

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    4. Numa coisa tens razão, 10:37.

      Aonde eu disse que é melhor investir em ETF?

      Não existe criar polêmica. rs

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  9. Tem outras diferenças não citadas no texto.

    ETF paga imposto em qualquer valor

    ETF tem taxa de administracao

    ETF nao tem fluxo de caixa (proventos na mao do investidor)

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    1. ahã.... então:

      ETF paga imposto em qualquer valor

      o cara quer ficar rico no longo prazo, mas estar limitado a vendas até 20K mês, que, po sinal, é uma vantagem tributária que a qualquer momento pode ser cancelada ou modificada.

      ETF tem taxa de administracao

      o cara quer ficar rico no longo prazo mas não sabe que carteira própria de ações paga custodia corretora, txs bmf e custos operacionais de rebalanceamento

      ETF nao tem fluxo de caixa (proventos na mao do investidor)

      o cara quer rico no longo prazo e não sabe o que acontece se todo ano ele gastar na sorveteria da esquina os proventos pagos

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    2. Ta aí o profeta do obvio, falei

      Mizifio, voce fica tao agitadinho que quer comentar sem ler. Estes pontos que levantei sao para apontar as diferencas.

      Sao ou nao diferencas?

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    3. Sabia que até "cores" sobre os mesmos objetos podem ser apontadas como uma diferença?

      Isso é muito óbvio também, rs?

      Sabe quando não se dá pra contra-argumentar o óbvio? É quando o óbvio não é contraditório...

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    4. vocês precisam estudar interpretação de texto. Estou apenas apontando as diferenças.

      Não entendi porque ficaram tão agitadinhos.

      São ou não diferenças?

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    5. ei, "ficar agitadinho" foi uma expressão usada pelo mizifio pra se referir a vc toda vez que perde o prumo quando é contrariado, rs. Invente a sua gracinha própria e pare de copiar a dos outros, rs. Ou então faça daquele seu jeito engraçado imitando a caligrafia do cão... kkkkk

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    6. Sim, o anônimo está correto em alguns pontos. Contudo, de forma simplória, relega a segundo plano a política de dividendos de um ETF. Será necessário acumular o fluxo de caixa durante o trimestre até a distribuição no final do mesmo. Considerando que provavelmente na vida de um investidor de longo prazo ele se defrontará com um período de alto DY, o custo de oportunidade pode ser grande. Ademais, em termos de custo e a depender do momento, o ETF sofre com outro custo de transação cuja magnitude é derivada do grau de sua liquidez, qual seja, slippage.

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    7. Prófis,

      Gostei muita da composição do texto do anom! Ele conseguiu rimar com maestria diversos jargões de mercado de forma bem enxuta, tais como fluxo de caixa, longo prazo, DY, custo de oportunidade, liquidez e até slippage!

      Só não dou nota 1000 pra redação porque ficou faltando fazer mais uns versinhos falando tb sobre spread bid ask e ERP pra ficar bem pimpão e convincente pra audiência!

      Mesmo assim dou 900 na redação dele e beijm no ombro!

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  10. Existe um abismo, nao precisava nem escrever o post para saber.

    SP500 = media do mercado EUA

    Dow Jones = sem comentarios, estude o DJIA e diga como ele é composto (nao representa media do mercado)

    Ibovespa <> média do mercado. Ja foi quase um indice setorial

    Qual a melhor opcao no Brasil?

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    1. As opções da Petro e da Vale; existe liquidez tanto em calls como puts

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  11. Anom Guardião do Blaster, rs

    Tô saindo agora pra almoçar no Fellini [ http://www.fellini.com.br/index_p.htm ] antes que o restaurante fique lotado, portanto, mais tarde a gente continua nosso batepapo...

    Mas como vou a pé obrigatoriamente terei que passar na porta da padaria Rio Lisboa, ponto de encontro diário do mestre cão e aonde ele gosta de saborear um chopp petiscando pão com mortadela todo domingo com os amigos de coleira mais próximos.

    Sendo assim, como sou um cara gentil, caso vc tenha algum recado ou pedido pra fazer ao seu nacionalmente famoso mestre, coloco-me a sua disposição pra servir de portador de sua mensagem. E aí, no final da tarde, volto aqui e posto para vc as sábias considerações caninas do seu mestre acerca de sua mensagem.

    Att,

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  12. funcina assim no huezil. voce estuda empresas boas pagadora de provento lucrativas tudo redondo. o governoe mete nelas e em dezembro um japa come seu cu. compra um etf misturado num caldo que so o presidenre da bmf entende, com aval d picaretas da cvm, o governo da dinheiro do bnds pros ceo se divertirem, a empresa entra em rj, funde com outra merda vende ativos, da so prejuizo e depois grupa os papeis. em dezembro voce faz um filme adulto de duas hoas sendo passivo do kid bengala

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    1. Sim, claro, lá nos estates por exemplo é bem diferente: o cara (o guy, no caso...) entra na Bolsa monta o seu portfolio seguindo o tutorial da sua corretora, banco ou de seus famosos consultores e mestres de web e aí, com certeza, no longo prazo ficará rico ou no minimo vira o kid stick local.

      Por favor, leia:

      http://www.wiley.com/WileyCDA/WileyTitle/productCd-0471251518.html

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    2. sim, eu sei que la nao difere muito, teve o maddoff bolha dot com etc... so que se voce pega o resultado de um otario que comprou um ETF do SP500 e segurou nos ultimos 12 anos, o cara teve, sei la, 2000% de valorizacao, o cara que pegou o BOVA11 tá se fudendo de verde e amarelo, porque a porra é toda petro e vale e voce sabe bem como estao estes ativos.

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    3. Mas e o cara que entrou em 1995 e saiu 2007 ?? Segurou 12 anos e ficou muito rico...

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    4. de todo jeito então é sorte? um macaco jogando dados ao acaso como disse o buffett?

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    5. Bom pra refletir, afinal de contas, não é o mesmo índice?

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    6. dafuq... vou por minha grana na poupança e ficar tomando cerveja em vez de ler essas merdas...

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    7. Sim, melhor. Pegue todos os estudos fundamentalistas distribuídos ao longo dos últimos anos. Pegue as tentativas de trades com opções, seja via Bastter ou Mizifio. Tome todas as notícias de jornal. Misture tudo. A média de retorno é bem ruim.....

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    8. Pois é.

      Dimarcinho, sem sacanagem e sem trollagem. Abre o coração com a gente.

      Seja honesto e analise.

      Enquanto boa parte da blogsfera teve resultados entre pífio e medíocre, por que voce acha que seu resultado foi tão ruim?

      Acredita que a exposição a PETR4 contribuiu com isso?

      Posta aí uma analise detalhista e sincera!

      []s

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    9. Anom, tu tá sempre atrasado no lance.... kkk

      Esquece tudo... O prófis vai entrar num esquema ganha-ganha que não tem errata! Eu se fosse vc entrava na fila também, confira:

      dimarcinho27 de janeiro de 2015 15:26

      Uó, to impressionado mesmo contigo!

      Do total então dos 13 trades q tu fez, ganhou em 12!

      Se conseguir manter isso por 6 meses, deixo todo meu dinheiro contigo pra tu administrar!

      http://blogdouo.blogspot.com/2015/01/operando-mini-indice-fase-2-dia-3.html?showComment=1422379615927#c1621446387862611470

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    10. ha bom... então ta bom tio mizi...

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    11. "Acredita que a exposição a PETR4 contribuiu com isso?"

      Quando vc fala assim, até parece que é algum tipo de crença e tals, para ACREDITAR.

      Se o papel caiu 35% no ano e alocação dele tava +/- uns 15%, só ele, contribuiu para o somatório da carteira em torno de 5%

      Isso não é uma questão de fé...

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    12. ta certo,mas eu queria que voce explicasse pra gente oras! o que mais contribuiu? acha que fez algum erro? qual? analise e exponha!

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    13. É um conjunto de erros, mas, basicamente, não haver stop é um deles.

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    14. entendi, então basicamente voce reconhece que não fez um bom gerenciamento de risco e que isso é fundamental?

      Excluir
    15. Sim, com certeza, gerenciamento do risco é fundamental.

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  13. Dimarcinho,

    Se o objetivo da sua postagem é mostrar que, para o pequeno investidor é impossível montar seu próprio ETF partindo do princípio que ele fará todas as regras necessárias para se comparar ao ETF, com balanceamento mensal, e outras coisas mais discutidas na postagem, então meus parabéns. Está claro que um indivíduo pessoa física nunca poderá fazer algo que um indivíduo pessoa jurídica com mais de cem assessores pode fazer.

    Porém, se o intuito é mostrar que uma carteira stock piking performa pior que um determinado índice, coisa que acredito que não foi o intuito desta postagem, então ai temos muito o que conversar.

    Uta!

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    1. Estagiário,

      o objetivo foi exatamente este descrito em seu primeiro parágrafo. Mas o que acontece é que, por muitas vezes, o que é "claro" torna-se obscuro devido a veiculação de informação errada.

      []s!

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    2. Dimarcinho,

      Neste caso, parabéns, a postagem foi muito boa e retrata o que as pessoas deveriam saber. :)

      Uta!

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  14. Dae Márcio!
    Gostei do artigo, muito bem-feito. Está claro no texto que a sua intenção não é falar sobre gestão passiva x gestão ativa, mas sim se uma pessoa poderia fazer um "ETF" e com quais custos. Nesse sentido o artigo é bacana.
    Abraço!

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    1. Fala, soul!

      Isso mesmo! Gestão Ativa x Gestão Passiva o buraco é bem mais embaixo! rs

      []s!

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  15. também gostei do artigo, pena que os comentários não ajudam em nada o aprendizado, coloca filtro.

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    Respostas
    1. Prefiro deletar os muito inúteis do que moderar.

      []s!

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  16. Minha carteira de ações é uma verdadeiro ETF, preciso ajustar isto.
    Abraço!

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  17. Eu aplico em ETF e pretendo continuar assim. E ainda acredito que vou ganhar mais que a maioria que fica tentando bater o índice.

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    1. Segundo estudos, é bem possível que isso ocorra no longo prazo.

      []s!

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